25 de dez. de 2011

Como estrelas na terra




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(Você já leu a postagem anterior desse filme? Ainda não? Então clique aqui e leia!)

Conforme prometido, disse que este próximo post traria minha crítica do filme. Vamos começar dizendo que o nome completo do filme é "Taare Zameen Par - Every Child is Special", o que significa, exatamente, "Estrelas na Terra - Toda Criança é Especial". Embora o filme fale diretamente sobre o caso de uma criança, ele é uma mensagem para o mundo sobre o verdadeiro papel de um educador e formação de um novo ser humano - veja que não digo professor, mas educador. Ao afirmar no título que toda e qualquer criança é especial, que são como estrelas na Terra, a proposta é trazer a idéia de que não podemos negligenciar a diversidade e preciosidade dos projetos de gente de nosso mundo, pois são eles que fazem o futuro.

Mas assisti ao filme sem saber o significado do título. Estava ainda na Índia quando o vi e, pior, vi sem legendas. Mas me segurei pra não deixar as lágrimas escorrerem quando o filme terminou, com vergonha de que as pessoas que estavam por perto me vissem daquele jeito. Bobagem. Nas outras vezes que assisti não deu pra segurar.

Eu vi Taare Zameen Par num momento em que minha viagem pela Índia já impunha em meu ser a necessidade de adaptar-se ao jeito indiano de ser. Eu já havia visto muito (mesmo que muito mais ainda falte por ver) e já compreendia em grande medida o que é ser indiano e fazer parte daquela sociedade tão não-fácil de se viver. Já havia visto alguns filmes indianos, antes de ir à Índia e enquanto lá estive, mas, de repente, assisti ao Taare Zameen Par. Me assustei com aquilo. O filme vai muito além de tocar na sensibilidade de ser criança e educador; ele manda uma mensagem de nosso papel como ser humano - o que na Índia não é tarefa fácil. Aliás, é bom que eu diga, poucos são os próprios indianos que realmente reconhecem o valor desse filme, muito poucos.

Em muitos momentos, Aamir Khan optou por utilizar recursos caricatos para os personagens do filme, sobretudo em relação aos professores de ambas as escolas por que Ishaan passa. Ainda que personagens caricatos possam trazer um grau de irrealidade para a trama, em Taare Zameen Par a caricatura contribui para aumentar a sensação de sofrimento, opressão e incompreensão vivido pelo garoto disléxico. No conjunto, caricaturas e clipes de música ilustram uma ficção que de irreal nada tem; qualquer semelhança entre a ficção e a vida real é mera coincidência, diz, antes do filme começar. Mas o próprio professor Ram Shankar Nikumbh (interpretado por Aamir Khan) lembra às crianças que Einstein, Agatha Christie, Da Vinci e Tomas Edison eram disléxicos e sofreram na infância - TZP é história da vida real. Antes fosse apenas ficção.

Já que citei os clipes de música, vamos falar sobre eles. Comumente, nos filmes de Bollywood, as cenas de música não costumam exatamente complementar o desenrolar da história, mas aparecem mais como um momento de entretenimento e, recentemente, de expor homens e mulheres em seu ápice de beleza corporal. As músicas nesses filmes são, no entanto, as coisas mais importantes da produção cinematográfica. Para se ter uma idéia, as trilhas sonoras são lançadas cerca de um mês antes da estréia dos próprios filmes - e esta é a principal estratégia de marketing das produtoras. Imediatamente as músicas entram na lista dos mais tocados da semana e todos cantam as trilhas dos filmes que ainda nem viram. Na Índia quase não há espaço para grupos de música, pois o que se ouve vem dos filmes, tal é o peso da produção cinematográfica indiana.

Em Taare Zameen Par, portanto, não poderia ser diferente. No entanto, há uma grande diferença na função destas músicas para o decorrer do filme e como elas são mostradas. A diferença mais importante está no fato de que não há as típicas cenas de dança dos filmes de Bollywood; as músicas aparecem como clipes, mostrando cenas que complementam a história que está sendo contada naquele momento, porém sem diálogos. A primeira a aparecer, por exemplo, mostra a rotina da casa de Ishaan. Num outro momento, Ishaan sai pra rua e anda pela cidade (Mumbai), reparando em detalhes não usuais para uma simples criança de sua idade. Neste momento toca a música Mera Jahan, que, literalmente, significa Meu Mundo. É o que Ishaan vê e reconhece como fazendo parte integrante. Ao voltar pra casa ele elabora o que viu fazendo um desenho - a criatividade artísticas em disléxicos tende a ser mais aflorada, pela sua maneira distinta com que o mundo é compreendido. A música que ficou mais famosa, porém, foi Maa, que significa Mãe, como já disse anteriormente. Quando passa essa música, Ishaan acaba de chegar no internato e sofre demais - sua mãe também. Postarei este clipe pra vocês.

Numa outra música, com o título que dá nome ao filme, vemos o professor Ram Nikumbh em seu emprego na escola pra crianças especiais e depois partindo para a casa de Ishaan, onde irá conversar com seus pais. A música é longa e tão longo é todo esse momento, mas nem percebe-se a música tocar, dada a imensidão de informações passando. Porém, o detalhe mais importante desta passagem está no que faz Ram no caminho até a casa de Ishaan, que não vi indiano nenhum fazendo e nem sequer parando para refletir sobre. No ônibus, o professor ajuda uma mãe com seu bebê; depois, na beira da estrada, paga um chá com biscoitos à criança-empregada do estabelecimento. Em outro momento, andando ao lado da feira, pega a couve-flor que cai no chão. Coisas simples, mas indianos não costumam fazer coisas simples. Simples ajudas, mas indianos não costumam ajudar.

Taare Zameen Par vem também cumprir um importante papel na sociedade indiana. Não se trata de civilizar ou ocidentalizar, mas de trazer um pouco mais de humanidade para o coração hindustani, um pouco mais do senso de individuação, que de nada tem a ver com individualização. Talvez ainda além de mandar uma mensagem sobre o papel do educador, este filme ensina antes o que é ser pai, o que significa e o que implica em ter um filho. Ram Nikumbh, contestando o que o pai de Ishaan disse a ele em certo momento, deixa bem claro o que significa a palavra "cuidar". E neste momento sublime, alerta para que não aconteça com Ishaan o que acontece com as árvores das Ilhas Salomão, que morrem após as pessoas ficarem gritando à sua volta. Aamir Khan fez uma obra-prima - e talvez a última também. Será difícil que ele faça um filme tão bom como esse de novo.


TZP arranca lágrimas até de quem nem conhecia o verbo chorar. Não deixe de assistir.



Aqui vai o link oficial do filme: http://www.taarezameenpar.com/

11 de nov. de 2011

A igreja Orgânica

Meditação sobre a Igreja Orgânica
por James Padley, sexta, 11 de Novembro de 2011 às 08:39

Nesses dias temos abstido um pouco do uso do termo "igreja orgânica" porque aos poucos tem deixado de significar o que somos e passou a ser uma cobrança para ser o que todo mundo acha que devemos ser. A pressão para se conformar ao "Orgânico" tem sido igual a pressão de se conformar com a Estrutura Institucional que chamam de Igreja.



Agora já existe uma linguagem de texto, traduzivel para leigos: IE ("Igreja de Estrutura") e IO ("Igreja Orgânica")



Scott Pursley, um amigo meu, que eu respeito muito como mestre dotado, alertou um dia que qualquer movimento na história que desenvolveu para si um vocabulário que precisava ser traduzido para o resto de nossas "ignorantes" irmãos no Senhor tendia a transformar-se em um movimento tipo ceita.



Eu não quero dizer que os cristãos "IO" são uma ceita. Eu sou parte dessa onda no qual o Pai nos mergulhou. O que eu quero dizer é que nossa tendência será sempre super-compensar os extremos, e nós estamos em perigo de tornar pensadores incultos e desequilíbrados, e não apenas seguidores simples e imitadores de Cristo.



Os próprios termos "IO" e "IE" são uns que precisam ser interpretados, e este vocabulário está crescendo. Ela começa quando, para compreender "a nossa versão do Evangelho", você precisa ter lido "livro tal", ou "livro X", ou acessar o site "Y", e fique a conhecer blog "Z" ... e assim por diante, e não simplesmente sempre referir uns aos outros as Sagradas Escrituras; a Bíblia.



Eu entendo assim, e tenho a firme convicção, que o verdadeiro Evangelho é simples e praticável, e pode ser visto e vivido em qualquer ambiente.



Se a simplicidade que estamos vivendo precisa ser explicada por qualquer outro livro além da Bíblia, está muito complicada.



Vivemos na base dos seguintes princípios encontradas na Bíblia:

* Amor ao Pai sobre todas as coisas.
* Crer, confessar e se submeter a Cristo.
* Depender e confiar plenamente no Espírito Santo para revelar Cristo para nós.
* Amar um ao outro sacrificialmente, com uma vontade de dar tudo o que temos (dons, riquezas, tempo, etc) para trazer o aperfeiçoamento da nossa comunhão e edificação de nossa demonstração coletiva e individual, e nosso testemunho do caráter de Cristo.



Assim temos um alicerce.



Por favor, não me interpretem mal, os irmãos e irmãs que escrevem livros para exortar e melhorar a nossa compreensão são abençoados e inspiradores para esse fim, mas eles nunca devem ser referidos como uma explicação fundamental de como a Bíblia funciona.



Eu acredito na igreja orgânica, igreja líquida, Igreja simples, Igreja de Cristo... mas às vezes as nossas definições se tornadam novas fórmulas sintéticas laboratoriais para tornar a igreja outra vez não-orgânica.



Humildemente sugiro que pensem nisto, e estou aberto para ouvir seus pensamentos a respeito!

23 de ago. de 2011

Perdão

Perdão



“Os Inimigos que não perdoamos dormirão em nossa cama e perturbarão o nosso sono”

(Augusto Cury)





Sugere-se que, perdão é ato ou escolha de colocar em liberdade a pessoa que ao menos no nosso conceito, deveria ser penalizada. É abrir mão do direito de cobrar ou receber o que é justo da pessoa que nos deve e vê-la como se nunca houvesse cometido qualquer falta. Este ato é chamado de Compaixão. MT 18:27



Percebe-se que a compaixão está em baixa hoje na igreja. Não é raro recebermos noticias sobre competições, abusos de autoridade, insubmissões, vinganças e divisões na igreja. A conseqüência disto tem sido inimizades, maledicências e homicídios. 1 João 3:15 /



Uma das maiores denominações em uma cidade do interior de São Paulo nasceu de uma divisão. Cresceu rápido, e novas congregações foram fundadas, e lideres foram designados para pastoreá-las. Estas congregações também começaram a crescer rapidamente, e com isto começou a surgir entre elas pressões e desconfianças; e também o desejo de desvinculo uma da outra. Isto piorava com as conversas e os desabafos. A primeira congregação fundada se separou e cresceu bastante, mas com o tempo, ela mesma se dividiu varias vezes.



Logo, um conjunto de congregações desse meio se dispôs a abandonar a sede e o seu pastor sênior. Dali surgiu ainda outra igreja. O pastor sênior da denominação entendeu que o melhor seria reunir os pastores das congregações e emancipá-los ao invés de deixar que as igrejas continuassem a se dividir daquela forma. Havendo feito isso, por um tempo, tudo parecia ser resolvido. A natureza dos diálogos mudou, e a paz parecia reinar.



Mas a bíblia diz que o Senhor considera a nossa motivação e as intenções (Veja MT 5: 27, 28 e Is 65:24). Tudo estava apenas anestesiado, não houve um perdão real; com o tempo, os ressentimentos voltaram a aparecer. Todas as congregações voltaram a se dividir e sofrem por isso até o dia de hoje.





A falta de perdão causa divisões na igreja, e destrói a vida das pessoas e os seus relacionamentos. Não precisamos ter amizade próxima ou intima com todas as pessoas. Isto nem é possível, mas anular de vez alguém que já é do nosso relacionamento é um sentimento inverso do perdão de Deus. Ele não nos anulou do relacionamento com Ele. Ele continua nos amando e anula, sim, as nossas faltas assim que nos arrependemos e as confessamos. Uma raiz de amargura surge quando permitimos que a decepção se transforme em ressentimento; ou quando alimentamos rancores relacionados às magoas passadas. Se existe uma raiz, então tem árvore, e por conseqüência haverá frutos. Estes frutos serão: a falta de graça, ciúmes, dissensões, fofocas, iras, mentiras, doenças, e o pior, a distancia de Deus.



Quantos lares estão destruídos! Você deve conhecer alguma família, onde o marido e mulher já não se amam mais; já não existe mais romance e a troca de presentes; ou então lares onde já se separaram; onde pais e filhos não se respeitam por causa de um abuso ou uma desobediência; irmãos que não se falam mais, mesmo dentro de sua própria casa. Podemos recordar a casa de Davi?





Em Mateus 18:21,22, Jesus diz á Pedro “...não te digo sete, mas até setenta vezes sete” (devemos perdoar).



O significado disto é que não há limite para perdoar. Digamos que devemos perdoar na mesma proporção em que somos perdoados pelo Senhor.



Com freqüência, a bíblia usa algumas expressões, como aquelas que uma criança usaria. Por exemplo, uma criança corre pros braços da mãe ou do pai e diz:



“Eu te amo do tamanho do mundo”.



Setenta vezes sete é o mesmo que dizer: perdoe sempre; faça sempre.



Não perdoar faz de nós algozes de nosso semelhante, assim como o credor incompassivo Citado em Mateus 18, a partir do versículo 23. Podemos ser perdoados por Deus somente quando também possuímos um coração de perdoar. Ou seja; se não perdoarmos, não receberemos perdão, pois, isto comprova nossa falta do amor e do conhecimento de Deus. É o mesmo que não crer que Ele perdoa pecados. (História da Corrie Ten Boom)





Ao olhar para nós mesmos, pesamos e medimos nossas atitudes de perdão? Costumamos enumerar a quantidade de vezes que perdoamos ou simplesmente perdoamos por ser natural em nossas vidas?



Lembramos que, assim como agimos com nosso semelhante, o Senhor também agirá conosco, pois, na verdade, o que fazemos, escolhemos, oferecemos ou recebemos, acontece diante Dele e para Ele.



Seria bom enxergarmos o perdão, não como um ato, mas como uma atitude que Deus tem. Quando vemos o perdão de Deus para nós, devemos enxergar uma de suas características. O caminho que Deus preparou, da salvação, indica que o perdão de Deus é, e sempre foi, uma predisposição de Deus para nós. Ou seja, Deus não foi confrontado com a necessidade de decidir se o nosso pecado fosse perdoável ou não; o perdão Dele veio antes do nosso pecado. AP 13:8



Só o fato de sermos confrontados com a necessidade de decidir se devemos perdoar alguém, já nos prova que o nosso perdão não é a atitude que Deus espera, pois, já não estamos predispostos. Assim que conseguirmos enxergar a diferença entre o real perdão de Deus e as nossas versões do que é perdoar, possuímos tal atitude.



Perguntas:

■O que é perdão?

■Quais são as conseqüências da falta de perdão na igreja hoje?

■Quais são as conseqüências da falta de perdão para o individuo?

■E na família; como a minha falta de perdão afeta os meus relacionamentos em casa com minha esposa; com meu marido; com os filhos; com os pais; etc?

■O que significa perdoar setenta vezes sete?

■Como a minha falta de perdão afeta a minha condição diante de Deus?

■Levando em consideração o quanto eu perdôo ou não, sou perdoado?

■Consigo perdoar mesmo antes que alguém peque contra mim?

26 de set. de 2010

Medo de que?


Eu não estou entendendo tantos filhos e Deus preocupados com o próximos governo. Tipo: VOTE CONCIENTE, O VOTO É A ARMA QUE NÓS TEMOS, NÓS TEMOS ESTA RESPONSABILIDADE".....Me desculpem se minha opinião te deixa triste mas ACORDE!!!!! Nem Dilma, nem Serra, nem Marina irão fazer a diferença tão almejada. A Dilma não vai colocar o reino de Deus e Seus fundamentos em risco. E a igreja de Jesus não esta se sentindo intimidada e não será também. A igreja de Jesus não esta preocupada se vai perder programa de tv e rádio. Ela não depende disto pra se alastrar. Ela não esta preocupada se vai ter que fazer casamento gay pois ela não vai fazer. Ela não esta preocupada com a perda de prédios pois ela nasceu sem isto. O que estou vendo é grande parte de evangélicos e católicos preocupados com a possivel pressão e perdas e alguns poucos que estão realmente contra as leis que são contrarias ao coração de Deus. A igreja de Jesus esta caminhando dentro Dele, num reino inabalável mas a Vasti esta com medo pois seu Sócio (estado) agora vai cobrar os favores.

A única razão da maioria querer a Marina é porque ele é crente. Ela não vai ir contra os principios cristão e não ira aprovar o PNDH-3 que realmente é vergonhoso. Mas eu penso que; ou a igreja vai aproveitar e se aproximar mais de Deus, deixar a religiosidade, com ela no governo irá colocar o estado submisso ao reino de Deus e a igreja ira servir a nação como Jesus serviria, ou a igreja ficará ainda mais entorpecida pela religiosidade, mais apostata, mais indiferente pois agora ficou mais facil ainda ser "cristão" seja católico ou evangélico e outras ramificações.

Não querem a Dilma porque não querem pressão. Querem na verdade continuar com a liberdade de expressão pregada pelo militante Malafaia mas o que vejo é uma libertinagem desenfreada em nome de Deus mas pelo bem próprio.

Eu também não gostaria da Dilma no poder pois ela será um fantoche na mão de outros além da própria história de vida que ela tem e também pelo que ela trará de prejuizo moral a nação. Mas se ela chegar la, eis ai a oportunidade IGREJA DE JESUS, eis ai a oportunidade de brilhar-mos com a luz de Jesus em meio as trevas, eis ai a oportunidade de limpar-mos a lama com a palavra e Deus que nos limpou um dia.

Quem sabe o Senhor vem cumprir nestes dias, nesta geração o que Malaquias escreveu:

Então aqueles que temiam ao Senhor falaram uns aos outros; e o Senhor atentou e ouviu, e um memorial foi escrito diante dele, para os que temiam ao Senhor, e para os que se lembravam do seu nome. E eles serão meus, diz o Senhor dos exércitos, minha possessão particular naquele dia que prepararei; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o serve. Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que o não serve. Malaquias 3:16-18

25 de ago. de 2010

COMO VOCÊ VÊ?


Talvez, enxergar seja uma das funções ou um dos sentidos mais importantes para o Homem, pois, ao menos, pode saber onde está pisando e pra onde ir. Em nossa vida, é importante que pessoas nos ensinem a ver coisas, cores, o que é uma coisa e outra. Por isso, o trabalho dos "pais" é tão importante para os filhos. Os pais enxergam pelos filhos por um tempo, mas chega um momento que é necessário que os filhos comecem a ver por si só. Uma pessoa conformada a ver com os olhos de outro nunca vai enxergar. Assim, também, deve ser no corpo de Cristo já que, nEle, todos são sacerdotes. A responsabilidade sacerdotal ainda é a mesma: sacrificar, interceder, adorar, ensinar, ouvir a Deus e falar com Ele. Porém, hoje, todos os que estão em Cristo são sacerdotes, pois o Espírito está no corpo de Cristo (1 Pe 2:9; Ap 5:10; At 2:4; Romanos, capítulo 8) e não mais concentrado em uma só pessoa.

Sim, Você é sacerdote e deve cumprir com suas responsabilidades. Você vê e ouve alguém buscando a Deus, intercedendo, adorando e ouvindo a Deus em seu lugar e isto parece ser o certo, mas não é. Todo monopólio no corpo de Cristo é contrário aos princípios do Reino de Deus. Toda hierarquia no Corpo de Cristo é contrária aos princípios do Reino de Deus (Mt 20:25-28). Muitos tem visões diferentes e isto é bom, pois Deus faz isso. Mas, dentro desta visão, não podemos fazer dos nossos irmãos que, também são "ungidos", súditos da nossa visão. Eles podem servir ao Senhor caminhando ao nosso lado e não debaixo de nós, enquanto que a nossa responsabilidade é de ajudá-los, a saber, qual a função deles no Reino de Deus, prepará-los, investir no chamado deles e liberá-los para obedecer ao Senhor da vida deles, na esperança de que eles sejam mais frutíferos e abundantes do que nós, enquanto que eles se submetem por amor e por reconhecer a autoridade designada por Deus sobre nós. A rebeldia começa quando tentamos controlar e manipular a vida de outra pessoa e, também, não permitir que ouçam a Deus, a não ser através de nós. Os Nicolaítas faziam isso e, em Ap 2:6.15, Jesus diz que odeia isso. Nossa visão deve ser ajudá-los a descobrir a visão de Deus pra eles e não querer que vivam para a nossa visão.

Em Marcos 8:22-26, levaram um cego até Jesus e pediram que O tocasse. Ele pega este homem e leva pra fora daquele sistema religioso, cuspiu nos olhos dele e o tocou. Depois,  perguntou-lhe se ele podia ver. Mas, o homem não podia ver claramente, então, Jesus o tocou novamente e, a partir daí, podia ver como JESUS queria. Se Você é novo, então, precisa que lhe ajudem e ensinem a ver (discipulado). Este é o primeiro toque. Mas, Você precisa do segundo toque. Jesus quer tirá-lo da "aldeia", deixe de ser multidão, seja discípulo de Jesus e vá pro lugar secreto (Mt 6:6), vá provar o que ELE preparou pra você (1 Co 2:9-16 / Sl 25:14) e use isto para abrir os olhos de outros. Apóstolos e Profetas estão sendo liberados, apontando, não para pessoas, mas para os princípios e fundamentos do Reino, para a Pedra Exemplar (Ef 2:20), mostrando como devemos caminhar, acendendo a luz para que os valores imutáveis que foram deixados sejam encontrados (Lc 15:8).

"Nós não podemos parar de falar das coisas maravilhosas que vimos e ouvimos". Atos 4:20

"Vem e vê" (Jo 1:46).

O SENHOR É JUIZ.

Rogério Lima

17 de ago. de 2010

Remodulando

Bem, como me foi dada a honra de reformular o blog dos Habitantes de Sião, comecei a trabalhar.

Removi a montagem que o Rogério fez da sua família do plano de fundo do blog, porque vou atualizar o layout. Mas, vejam Vocês mesmos, se seria possível simplesmente deletar estas imagens:


Rogério e Rosiane Lima e seus lindos filhos, tem se deixado construir no Senhor, como uma família não apenas abençoada, mas abençoadora, bem no Espírito do Evangelho do Reino de Deus.

Sempre aprendemos com eles. Seja no carinho que demonstram uns pelos outros, seja na disciplina com a qual orientam sua vida, seja no compromisso que tem com o Senhor.

Se tivesse que definir esta família, eu a chamaria de Amor. A imagem de Deus que vejo  neles jamais será deletada da minha memória!

Por isso, postei a montagem aqui, para que os leitores possam curtir cada um deles e se apaixonar e aprender suas lições.

Espero que gostem das reformulações.

Voltando à Origem,

Jackeline Sarah
17/08/2010

11 de ago. de 2010

nEle

"Porque nEle nós vivemos, nos movemos e existimos" Atos 17:28

Estou certo, de uma vez por todas, de que este é o meu lugar. NELE. É NELE que devo ser achado, devo estar envolvido e devo estar escondido. 

Já cantei tanto que quero ser cheio dEle, que quero mais dEle, que busco a face dEle. Não que isto seja errado, mas, estou aprendendo com Ele que, na verdade, eu devo é ser envolvido por ELE e não simplesmente cheio (se é que se pode dizer simplesmente). Descobri que, com Ele dentro de mim,  ainda consigo fazer, controlar, dominar,... Colocar a arca num carro..., Mas, quando sou envolvido por Sua presença, a coisa é diferente, pois estou Nele como ramo e ai é ELE quem faz. O ramo ou galho, que está ligado numa árvore, vive, move-se e existe por causa da árvore. Ele não consegue crescer sozinho e nem pode dar fruto porque quer dar fruto. Mas ao receber seiva, vida, do tronco ou do caule, produz, então,  conforme o que recebe do seu tronco. 

A Videira não é a Igreja, é Jesus. Ele é a fonte, e não a Igreja. A vida vem dEle, e não da Igreja. Ele é Quem chama, e não a Igreja. Ele é Quem fez, faz e pode fazer, e nunca foi e nem será a Igreja. 

O grande problema é que a Igreja pensa ao contrário. Tem feito muita coisa boa, tem feito até mesmo as coisas de Deus, usando os princípios de Deus. Mas... sem Deus. Faz pra que possa crescer e ser um ministério forte, conhecido e reconhecido. E até pensam que são os ramos que estão se estendendo. E tem, até mesmo frutos, mas não o do Espírito Santo, pois, se fossem, não haveria tantos enfermos, mortos e desviados dentro dela; e pasmem: muitos destes são lideres. 

A instituição não se move NELE; ela se move em projetos e em empreendimentos, em favor de um reino ou "deus" chamado "ventre". A instituição pensa que a perseguição é contra ela, por causa dela, mas não é. Jesus ao derrubar Saulo no chão lhe perguntou: Por que tu me persegues? E não: por que você esta perseguindo meus servos? 

Quando Saul mandou caçar Davi, os três destacamentos ao chegarem perto do lugar onde ele  estava foram cheios do Espírito Santo. Então, o próprio Saul resolveu ir e, ao sair do local em que estava, foi cheio do Espírito; quando chegou onde Davi estava, foi pro chão e, nu, profetizou a favor de Davi uma noite e um dia inteiros! Sabe por quê? Porque Davi não era uma pessoa cheia de Deus, ele estava escondido dentro de Deus! Pra chegar em Davi, todos eles tiveram que passar pelo Senhor de Davi. 

Quando Pedro e João foram libertos da prisão e voltaram para os demais discípulos, glorificaram a Deus e o adoraram por terem apanhado por causa do nome de Jesus. Eles estavam vivendo a vida de Cristo e, por isso, eram Igreja. Então, pediram mais ousadia pra suportar as afrontas e o local tremeu todo, como sinal da companhia do Senhor e de Sua aprovação.  

Hoje, temos na televisão pessoas colocando um rótulo no povo de Deus e os incentivando a irem pra rua fazer protesto, caso o Estado tente forçar ou impedir a Igreja de algo. Não deveríamos é ir pro lugar de intercessão, adoração e ouví-lO, pra saber o que fazer? É como terminam as cartas as sete Igrejas em Apocalipse: Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz as igrejas. O escritor do livro O homem do céu (o irmão Yun) teve uma conversa com o Pastor, na Igreja Missionária Oriental que fica no Bom Retiro, em São Paulo, e pediu-lhe  para trazer um recado para a Igreja Brasileira (se é que existe igreja brasileira, americana, mexicana.): "Diga para os irmãos do Brasil que parem de orar pra que acabe a perseguição aqui na China. Nós não queremos isto. Diga pra orarem pra que Deus nos dê ombros e joelhos fortes".  

Você esta vivendo NELE e se movendo NELE ou naquilo que Você pensa que é DELE? Você está entre estes abaixo?

Então, os que temiam e amavam o Senhor falavam muito dEle uns aos outros. O Senhor tinha à Sua frente um memorial, onde Ele registrava os nomes dos que O obedeciam e gostavam de pensar nEle.  'Eles serão meus', diz o Senhor dos Exércitos, 'minha possessão  particular. Poupá-los-ei, como um pai poupa seu filho que o serve. Então, Vocês verão a diferença entre o justo e o iníquo, entre o que serve de fato a Deus e os que não O servem'.  (Malaquias 3:16 a 18)

Rogério Lima
HDS
11-08-2010 

10 de ago. de 2010

O Compromisso de ser Luz: PARTICIPE!

O Compromisso de ser Luz: PARTICIPE!: "Nos dias 06 a 08/08/10, nossos amigos, Rogério e Rosiane Lima (Habitantes de Sião), estarão ministrando no 1o. Encontro De dentro pra fora. ..."

9 de ago. de 2010

“Irmã” Dilma Rousseff

Multidão de evangélicos vai a evento sem saber para onde estava indo
Julio Severo

Em época de eleição, vale tudo. Vale se fazer de diabo nos lugares infernais — o que é moleza para muitos. E vale se fazer de anjo nas igrejas — o que é muito difícil para os políticos infernais, mas nada que uma boa maquiagem e encenação teatral não ajudem. De olho nos 34 milhões de votos evangélicos, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, esteve numa grande igreja Assembleia de Deus e firmou compromisso de não propor temas como o aborto e a união homossexual, considerados polêmicos pelos evangélicos, se chegar à presidência.

Lula fez a mesmíssima promessa em 2002. E agora?

Agora a missão do Bispo Manoel Ferreira, líder supremo da segunda maior denominação assembleiana do Brasil, é tentar aglutinar e unir o maior número possível de igrejas evangélicas.

Uma multidão de 2.000 homens, mulheres e crianças de denominações como a Assembleia de Deus, Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Igreja Universal do Reino de Deus e de outras 13 igrejas evangélicas se reuniram, em Brasília, para encontro promovido pelo Bispo Manoel Ferreira, Bispo Robson Rodovalho e Senador Marcelo Crivella.

Pastores regionais da Assembleia de Deus da Madureira fizeram presença no encontro, movidos pela truculência denominacional de Ferreira, que cuspiria fogo e enxofre se eles faltassem.

Com exceção dos pastores e bispos, que conheciam de antemão a finalidade do evento, o público evangélico foi levado, de Bíblia na mão, de ônibus fretado grátis, de diversas regiões ao redor de Brasília, sem saber exatamente o que era o encontro. De acordo com testemunho pessoal fornecido ao Blog Julio Severo, eles achavam que ouviriam um grande pregador.

Entretanto, em vez de pregador, eles acabaram ouvindo a “pregação” da Dilma, que estava com o deputado Benedito Domingos (PP), citado do escândalo do mensalão do Distrito Federal. O evento ocorreu no principal templo da Assembleia de Deus de Brasília, na Asa Sul, no sábado passado.

Ali, Bispo Manoel Ferreira e Bispo Robson Rodovalho anunciaram oficialmente seu apoio a Dilma, porque ela se comprometeu a recuar em alguns pontos do PNDH-3.

O público estava desconfiado e apático, mas Ferreira assegurou que Dilma é digna do voto evangélico, alegando que ela havia sido uma das responsáveis pela mudança em 2003 no artigo do Código Civil que colocava em risco as igrejas.

Contudo, a memória de Ferreira parece andar fraca. Em 2003 Dilma era apenas a ministra de Minas e Energia e não tinha nada a ver com o Código Civil. Quem fez a mudança foi a Bancada Evangélica.

No evento realizado no templo da Assembleia de Deus, Dilma citou o capítulo da Bíblia que trata do milagre da multiplicação dos pães. Ela disse que quer fazer pelo Brasil a mesma coisa que Jesus Cristo fez. “Quero uma sociedade em que o princípio da distribuição e multiplicação seja base no sentido mais profundo. Eu sou a favor da vida”, pregou ela.

Mesmo sendo a favor do aborto e do homossexualismo, ela se considera a favor da vida e da família. Como se isso não fosse absurdo suficiente, Lula declarou recentemente que Dilma é igual a Jesus Cristo. Tomando literalmente essas palavras elogiosas de Lula, no evento assembleiano Dilma também citou João 10:10, que diz que Jesus Cristo veio que todos tenham vida e vida em abundância.

Como agora ela é igual a Jesus, se ganhar para presidente ela espera imitar o Mestre e “dar vida e vida em abundância”? Para alguém que fazia parte de um grupo terrorista comunista que matava, roubava e torturava, Dilma pensa que abundância de propaganda enganosa joga para debaixo do tapete seu passado sombrio e criminoso.

Ela terminou sua pregação citando Salomão. Depois disse “Paz seja convosco”, acenou, sorriu e saiu.

Apesar de tudo, Deus usou um homem. O técnico em eletrônica Silvio Moreira Santos, 35, levou uma faixa onde estava escrito “Apoiar a Dilma é negar a Bíblia”. Ele gritou na chegada de Dilma: “Essa senhora apoia o aborto e o casamento gay. Somos contra. Essa mulher não pode ganhar”.

Mas entre os grandes, em vez de voz profética, havia apenas bajulação. Benedito Domingos, que é candidato à reeleição para a Câmara Legislativa, elogiou a pregação de Dilma. “Ela foi bem instruída. Quando disse que defende a vida, está querendo dizer que é contra o aborto. Quando a candidata falou que valoriza a família, eu entendo que ela não deve ser a favor do casamento homossexual”, analisou ele.

Agora que Manoel Ferreira, Robson Rodovalho e Marcelo Crivella deram aprovação, vocês já podem convidar a “irmã” Dilma para pregar em suas igrejas. Não a recebam como pastora, bispa ou apóstola. De acordo com Lula, ela é igual a Jesus Cristo. Por isso, diante dela agora prostram-se tantos pastores, bispos e apóstolos evangélicos.

Com informações de diversas fontes de notícias.
Sulamita do Vale de Oliveira Carvalho Lima

The Lord is my Shepherd

A Reforma Protestante.

Comprem e leiam a revista Época desta semana.

A nova reforma Protestante
Inspirado no cristianismo primitivo e conectado à internet, um grupo crescente de religiosos critica a corrupção neopentecostal e tenta recriar o protestantismo à brasileira

21 de jul. de 2010

O Compromisso de ser Luz: O QUE IGREJA É

O Compromisso de ser Luz: O QUE IGREJA É: "A palavra origem carrega em si o significado de princípio, começo, proveniência, base. A Bíblia, para além do Gênesis, fala muito sobre orig..."

13 de nov. de 2008

Realmente viver o Reino! (paret 1)

Hoje em dia falar do Reino não traz o mesmo peso que antigamente. Isso porque muitos já falam do reino, mas será que nossa idéia de Reino, o conceito que está sendo falado realmente é o que Jesus quis dizer quando Ele tratava desse assunto? Quando Jesus citava o Reino, estava lidando com dois assuntos, o Reino de Deus de Hoje (O reino do Senhor Chegou), e o reino como será vivido na vida vindoura (a parábola do tesouro no campo). Ambos são o mesmo reino, mas é o de hoje, que trata do nosso caráter como igreja.

Quero falar do Reino de Deus vivido HOJE.

A primeira coisa que quero ver sobre o “Reino HOJE” é aquilo que deve ser evidente na vida do Cristão... ou do CIDADÃO deste reino. Vejamos o que a Bíblia diz a respeito dessas características.

Mateus 6:31-34, Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.

Mateus 7:12, Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas.

Filipenses 2:1-7 Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias, completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana.

Nos textos acima, vemos algumas coisas a respeito da vida cristã no cotidiano. Vamos dar uma pausa nesse pensamento para falar das origens desse conceito de REINO que está sendo cobrado aqui. Para isto devemos voltar para o Antigo Testamento. Vejamos 1 Samuel 8. Nesse capítulo o povo de Israel pediu um rei para ser como os da sua época. A gente vê algo semelhante a isso hoje quando lemos livros de romances medievais, ou assistimos filmes como Lancelot – O Primeiro Cavalheiro (com Richard Gere e Sean Connery). No final passamos a romantizar o conceito de um reino conforme as estórias que ouvimos. Imagine Israel, ao ouvirem as lendas dos cavalheiros dos reinos ao seu redor. Contos de bravura e valentia. Quando temos contato com os retratos realçados que se destacam entre a vida dura de um súdito, o povo admira e começa a se imaginar nessa realidade e passam a almejar essa vida. Versículos 19 - 22 do capítulo 8 dizem:

Porém o povo não atendeu à voz de Samuel e disse: Não! Mas teremos um rei sobre nós. Para que sejamos também como todas as nações; o nosso rei poderá governar-nos, sair adiante de nós e fazer as nossas guerras. Ouvindo, pois, Samuel todas as palavras do povo, as repetiu perante o SENHOR. Então, o SENHOR disse a Samuel: Atende à sua voz e estabelece-lhe um rei. Samuel disse aos filhos de Israel: Volte cada um para sua cidade. No capítulo 8 de 1 Samuel, vemos o resultado do povo ao receber essa influência. Tipo hoje, as estórias das novelas da TV têm levado muitos crentes a perderem paixão pelos princípios cristãos e assumem atitudes que entristecem ao Espírito Santo. Deus então fala aos Israelitas como será a realidade ao receberem o que desejarem. Versículos 11 – 18:

E disse: Este será o direito do rei que houver de reinar sobre vós: ele tomará os vossos filhos e os empregará no serviço dos seus carros e como seus cavaleiros, para que corram adiante deles; e os porá uns por capitães de mil e capitães de cinqüenta; outros para lavrarem os seus campos e ceifarem as suas messes; e outros para fabricarem suas armas de guerra e o aparelhamento de seus carros. Tomará as vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras. Tomará o melhor das vossas lavouras, e das vossas vinhas, e dos vossos olivais e o dará aos seus servidores. As vossas sementeiras e as vossas vinhas dizimará, para dar aos seus oficiais e aos seus servidores. Também tomará os vossos servos, e as vossas servas, e os vossos melhores jovens, e os vossos jumentos e os empregará no seu trabalho. Dizimará o vosso rebanho, e vós lhe sereis por servos. Então, naquele dia, clamareis por causa do vosso rei que houverdes escolhido; mas o SENHOR não vos ouvirá naquele dia.

Segundo este trecho, o reino dos homens possui uma característica predominante:

18 de fev. de 2008

Existe um homem chamado Patch Adams que sabe muito bem o que é amor. Assista o Filme que fizeram sobre ele, e apesar do filme ficar devendo um pouco sobre a vida dele, vai te dar um pouco de entendimento sobre amar. Enquanto mentirosos pregam o evangelho na tv, outros gravam cd's e dvd's e fazem idolos, e ainda outros que se dizem decepcionados com o sistema e com a instituição mas ficam ociosos em suas casas e não fazem nada, só julgam e acusam e em sua grande maioria estão esperandi achar um trevo de 4 folhas pra saber o que devem fazer. Este médico mostra na prática o que é amar. Se é Cristão confesso? Não sei não, mas ta ai uma dica de alguem coerente.

Fico pensando, onde estão os amigos do Noivo, os amigos de Deus, os livres, os maduros, os profétas????



http://video.google.com/videoplay?docid=4517809180274753735&q=roda+viva+duration%3Along&total=5&start=0&num=10&so=0&type=search&plindex=2

29 de dez. de 2007

Amo o evangelho. O evangelho que João Batista, Paulo, Finney, Evan Roberts, e KEITH GREEN pregaram. Coloquei o nome do keith em maiúsculo pois ele foi o mais próximo de nossa geração. Ele não pregou um evamgelho denominacional como vemos os nossos irmãos CHARLATÕES que pregam na tv (e estou generalizando), evangelho focado no homem pois quem o prega tem suas próprias ostentações. Os nomes que coloquei inclusive o do keith são de pessoas que pregaram o evangelho do reino, pregaram de graça, não ficaram ricos, nem construiram impérios ou compraram cavalos ou canais de tv como os de hoje, que apesar deterem tanto não fazem nada. Keith Green não vendia as musicas dele, não se tornou um ícone da adoração, pois rejeitou tudo o que os amigos de mamom ofereceram pra ele. Dos que se convertiam ouvindo-o, muitos foram levados pra casa dele sem que ele os conhecesse bem. Pregou o evangelho do reino. Evangelho que realmente faz a diferença na vida de quem o recebe, e recebe de graça. Evagelho da verdade que liberta, respaldado em sua originalidade que é a vinda do reino de Deus. Reino que não é comida e nem bebida, mas JUSTIÇA, PAZ E ALEGRIA NO ESPÍRITO. Mencionei apenas alguns que pregaram o evangelho de JESUS CRISTO e foram a diferença pois não se preocuparam com o contexto de onde viviam, mas trouxeram o contexto do céu pra terra. Os meus irmãos charlatões são uma vergonha. Dizem que as ovelhas são deles, e que eles não são mais ovelhas pois são lideres, casam pessoas duas vezes, rejeitam os fundamentos apostólicos e proféticos da IGREJA e andam nos fundamentos de Constantino (fazem assembléia, votam pra escolher pessoas, deixam o Estado mandar na igreja deles, são refens do código civil, tem muito mas não fazem nada. São guias cegos que cegam.


QUANDO O SENHOR DA VINHA VIER, TIRARÁ A VINHA DA MÃOS DESTES E A DARÁ PRA OUTROS QUE LHE DEÊM FRUTOS DO REINO. Mt 21:43



QUE O CORDEIRO SEJA DIGNO DE RECEBER A RECOMPENSA PELO SEU SACRIFÍCIO.


eu, junto com você, sou a recompensa.

28 de nov. de 2007

"PORQUE NELE NÓS VIVEMOS, NOS MOVEMOS E EXISTIMOS" At. 17:28

Estou certo de uma vez por todas que este é o meu lugar. NELE. É NELE que devo ser achado, devo estar envolvido e devo estar escondido. Já cantei tanto que quero ser cheio Dele, que quero mais Dele, que busco a face Dele. E não que isto seja errado, mas, eu estou aprendendo com Ele que na verdade eu devo é ser envolvido por ELE e não simplesmente cheio (se é que se pode dizer simplesmente). Descobri que com Ele dentro de mim eu ainda consigo fazer, controlar, dominar,... Colocar a arca num carro..., Mas quando sou envolvido por Sua presença a coisa é diferente, pois estou Nele como ramo e ai é ELE quem faz. O ramo ou galho que esta ligado numa árvore vive move-se e existe por causa da árvore. Ele não consegue crescer sozinho e nem pode dar fruto por que quer dar fruto. Mas ao receber ceiva, vida do tronco, ou do caule ele produz então conforme receba do seu tronco. Jesus é a videira e não a Igreja. Ele é a fonte e não a Igreja. A vida vem Dele e não da Igreja. Ele é quem chama e não a Igreja. Ele é quem fez, faz e pode fazer e nunca foi e nem será a Igreja. O grande problema é que a Igreja pensa ao contrario. Tem feito muita coisa boa, tem feito até mesmo as coisas de Deus, usando os princípios de Deus. Mas sem Deus. Faz pra que possa crescer e ser um ministério forte, conhecido e reconhecido. E até pensam que são os ramos que estão se estendendo. E tem até mesmo frutos, mas não o do Espírito Santo, pois se fossem não haveria tantos enfermos, mortos e desviados dentro dela; e pasmem: muitos destes são lideres. A instituição não se move NELE, ela se move em projetos e em empreendimentos em favor de um reino chamado “ventre”. A instituição pensa que a perseguição é contra ela, por causa dela, mas não é. Jesus ao derrubar Saulo no chão lhe perguntou: Por que tu me persegues? E não porque você esta perseguindo meus servos? Quando Saul mandou caçar Davi, os três destacamentos ao chegarem perto do lugar onde ele estava foram cheio do Espírito Santo. Então o próprio Saul resolve ir e ao sair do local que estava foi cheio do Espírito, quando chegou onde Davi estava foi pro chão e nu profetizou a favor de Davi uma noite e um dia inteiros! Sabe por quê? Porque Davi não era uma pessoa cheia de Deus, ele estava escondido dentro de Deus. Pra chegar em Davi todos eles tiveram que passar pelo Senhor de Davi. Quando Pedro e João foram libertos da prisão e voltaram pros demais discípulos, glorificaram a Deus e o adoraram por terem apanhado por causa do nome de Jesus. Eles estavam vivendo a vida de Cristo e por Isso era Igreja. Então pediram mais ousadia pra suportar as afrontas e o local tremeu todo como sinal da companhia do Senhor e de Sua aprovação. Hoje temos na televisão pessoas colocando um rótulo no povo de Deus e os incentivando a ir pra rua fazer protesto caso o Estado tente forçar ou impedir a Igreja de algo. Não deveríamos é ir pro lugar de intercessão, adoração e ouvi-lo pra saber o que fazer? É como terminam as cartas as sete Igrejas em Apocalipse: Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz as igrejas. O escritor do livro O homem do céu teve uma conversa com o Pr. na Igreja Missionária Oriental que fica no Bom Retiro em São Paulo, e lhe pediu para trazer um recado pra Igreja Brasileira (se é que existe igreja brasileira, americana, mexicana.): Diga pros irmãos do Brasil que parem de orar pra que acabe a perseguição aqui na China. Nós não queremos isto. Diga pra orarem pra que deus nos de ombros e joelhos fortes. Você esta vivendo NELE, se movendo NELE ou naquilo que você pensa que é DELE? Você esta entre estes abaixo?

Então aqueles que temiam ao Senhor falaram uns aos outros; e o Senhor atentou e ouviu, e um memorial foi escrito diante dele, para os que temiam ao Senhor, e para os que se lembravam do seu nome. E eles serão meus, diz o Senhor dos exércitos, minha possessão particular naquele que prepararei; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o serve. Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que o não serve.

27 de nov. de 2007

A CELEBRAÇÃO DA INIQUIDADE NA IGREJA.

Hoje eu li um artigo que louvava a celebração do recasamento de alguém que já foi um querido amigo, chegando até mesmo a participar comigo de alguns trabalhos e fui também co-produtor de alguns de seus primeiros projetos. Pessoa a quem muito amei e ainda amo.

É um cantor de renome e com muita unção para compor e cantar, mas, nem por isso, e de maneira alguma, posso concordar com os novos passos de sua vida com respeito ao deixar sua esposa e filhos.

Pois, segundo a palavra de Deus, o mesmo ao se divorciar de sua esposa, casando-se com outra mulher se colocou em pecado adultério como nos diz Lucas 16:18 - Quem repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério; e aquele que casa com a repudiada pelo marido também comete adultério.

Temo que o princípio do casamento indissolúvel esteja se diluindo no meio da Igreja cristã, chamada evangélica, que tem se contextualizado com o mundo, tornando-se pior até mesmo que a igreja católica que ainda tem no casamento uma prática e dogma indissolúvel.

Muitos procuram na Bíblia uma maneira de justificar-se em vez de buscar uma atitude de restauração. Quero dizer que creio profundamente em um Deus de restauração, creio que quebrantamento e perdão, por certo, são a cura para todos os relacionamentos por mais difíceis que sejam.

Quando vejo uma situação como esta que mencionei me pergunto: Será que o evangelho é tão fraco assim? Será que o poder que proclamamos é tão tênue que não possa sarar um marido e uma esposa que passam por dificuldades? Será que a fé que temos e proclamamos que remove montes, não pode remover a dureza de nosso coração que, segundo Jesus, é a razão pela qual o homem busca a carta de divórcio?(Mat 19:8).

E é isto, neste caso do amigo que citei e de tantos outros: o problema é a dureza de coração, a qual tem sido escondida como causa, mas sem dúvida, é a mais clara razão pelos frutos que tem dado. Duas vidas preciosas que se divorciam o fazem unicamente por dureza de coração e a igreja não pode louvar esta atitude, pois é uma celebração a iniqüidade e ao pecado.


Eu me pergunto, onde estão os profetas? Será que só existem em palcos? Onde estão os profetas dos bastidores para se levantarem, indo contra a disseminação do pecado na vida da Igreja? Para se pronunciarem frente aos poderes da mídia evangélica de nosso país, que tem contextualizado e banalizado o assunto?

E neste caso, em vez de um profeta, este irmão em questão encontrou alguém que com panos quentes - e totalmente contrário a palavra de Deus - “abençoou” as novas núpcias trazendo condenação sobre si mesmo e sobre a Igreja. Ou um outro irmão que, não bastasse o separar-se de sua esposa e filhos, mas se auto recasou, deixando para trás tudo que possamos crer sobre a seriedade da aliança conjugal no meio da Igreja.

Falando em profetas, quero lembrar de João Batista que perdeu sua cabeça por causa deste assunto, pois dizia a Herodes que não lhe era lícito possuir a esposa de seu irmão. Hoje, muitos pastores estão abandonando suas esposas e filhos e casando com outras, muitas vezes mais jovens e bonitas, e por certo, quem se levanta contra nestas congregações tem perdido suas “cabeças”.

Entretanto, quero aqui declarar que o erro e o engano não mudarão a palavra de Deus que fala com toda a clareza, trazendo como ordenança do Senhor o seguinte : – I Cor.7:10,11 aos casados ordeno, não eu mas o Senhor que a mulher não se separe do seu marido se porem vier a faze-lo que não se case ou se reconcilie com seu marido ou – I Cor. 7:39. A mulher está ligada enquanto vive o marido, se contudo falecer o marido fica livre para casar-se com quem quiser mas somente no Senhor

Ou Romanos 7: 2 e 3. Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal.De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias.


Mas você pode estar dizendo que este é um julgamento. Eu, portanto, lhe respondo que não tenho em meu coração a intenção de julgar ninguém, principalmente porque creio que esta situação já esta julgada por Deus e pela sua palavra!

Eu, como profeta do Senhor, estou me colocando contrário à quebra da aliança matrimonial e em total acordo com a Bíblia, que chama a situação de adultério. Malaquias 2:14 fala que Deus odeia o repúdio e é contra a deslealdade no matrimônio, e diz que Deus nem mesmo olha para qualquer outra oferta de nossas mãos quando assim agimos.



Temos que ter a atitude certa agora, esperando que esta situação de iniqüidade e desrespeito à família segundo os moldes de Deus, se desfaça e o diabo, que nesta área tem sua agenda feita contra a Igreja, seja barrado por homens e mulheres com coragem que se levantem.

Mesmo que isso seja ao custo de “suas cabeças” contra o sistema banalizador da Palavra de Deus e dos princípios de Jesus para a família e casamento. E, além disso, fortaleçam seu posicionamento diante de Deus para que nossos filhos saibam com clareza qual é a verdade e o caminho na hora de dizerem sim em um altar diante de uma noiva ou noivo, diante de Deus e da Igreja. O que passar disto é do maligno.

Asaph Borba

19 de set. de 2007

"Quem Forma Suas Opiniões." (Keith Green)

Gostamos muito de cantar o hino, "Estou seguindo a Jesus Cristo", especialmente a parte que diz, "Se me deixarem os pais e amigos, atrás não volto."O problema é que não praticamos.Alguém arruma um adesivo, e pouco depois todos nós arrumamos adesivos.Se muitos começassem a ir aos cultos de bicicleta, com um adesivo nela, todos nós faríamos o mesmo.

Se alguém nos disser que é espiritualmente mais maduro orar de certa maneira, todos nós começaríamos a orar daquele jeito.

Infelizmente, os outros crentes frequentemente nos impedem de fazer a vontade de Deus.É fácil ser moldado 'a imagem dos outros, mas como é difícil ser moldado 'a imagem de Cristo.

Precisamos nos arrepender, porque isso mostra que queremos mais agradar aos outros do que agradar a Deus.

A opinião de um incrédulo não faz a menor diferença para mim.Se um incrédulo me disser, "não gosto do jeito que voc~e diz Glória a Deus", isso não me impediria de continuar fazendo ammesma coisa.mas, se outro crente me diz," Irmão, acho que não é assim que o Senhor quer que façamos as coisas", passo a me sentir condenado.

É a reação dos outros cristãos - e minha própria necessidade pecaminosa da sua aprovação - que pode me fazer mudar a maneira de como sirvo a Deus.

Precisamos de tirar nossos olhos dos outros, até mesmo de outros crentes e colocá-los somente em Jesus.Estamos na terra para agradar a Ele, não para agradar os outros.

O estilo de vida de um discípulo de JESUS requer que façamos algumas perguntas básicas :

Estamos dospostos a brir nossos lares e carteiras?

Estamos dispostos a permitir que os necessitados entrem e talvez sujem o tapete novo ou a poltrona?

Estamos dispostos a sermos incomodados por amor aos outros?

Será que vamos deixar que outros entrem e invadam nossa privacidade e nossos direitos?

Há ainda outra pergunta que precisamos de fazer:

Estamos disposta a seguir Jesus ao ponto de sermos ridicularizados por outros - até mesmo pelos nossos amigos crentes?????

1 de ago. de 2007

A restauração da Igreja

Uma brisa nova está soprando. Na presente hora, Deus está conclamando e conduzindo Sua Igreja de volta à humildade, simplicidade e mutualidade da Igreja segundo os moldes do Novo Testamento. Ele está dizendo, ‘Durante 1.700 anos vocês seguiram seu próprio caminho. Agora vocês agirão à minha maneira’. Estamos agora vivendo os primeiros dias de um novo mover de Deus ― soberano e muito radical ― que resultará em autêntico Cristianismo neotestamentário e no cumprimento final da Grande Comissão. Este novo mover de Deus tem as seguintes características:

1. Conhecer Deus, em vez de apenas ‘servir a Deus’.

A maioria de nós, ao longo dos anos, tem servido a um Deus que conhecemos superficialmente. Agora Ele está nos convocando a conhecê-lo verdadeira e profundamente, e a amá-lo soberanamente, e só a Ele. Frutos autênticos (servir a Deus) serão produzidos espontaneamente à medida que O conhecermos e O amarmos com intimidade.

2. O Evangelho do Reino, em vez de um Evangelho de fácil aceitação

Antigamente, as pessoas eram incentivadas a ‘aceitar a Cristo’, o que freqüentemente resultava em conversões superficiais, de pessoas que na verdade não foram convertidas. Hoje, Deus está conclamando Seus servos a pregar o Evangelho do Reino, e devemos conclamar as pessoas a se arrependerem e fazerem de Jesus seu Senhor e Rei, o soberano dirigente de suas vidas.

3. Em vez de esforços humanos, o agir de Deus

Já se foram os dias de estender faixas, organizar programas e conduzir cultos na tentativa de fazer a obra de Deus. Agora, temos que aprender a fazer a obra de Deus a Seu modo. Precisamos esperar nEle, aprender a ouvir Sua voz, ser instruídos somente por Ele e obedecê-Lo pronta e totalmente. Precisamos pagar o preço do avivamento. Precisamos nos entregar à oração coletiva intensa e à batalha espiritual. Precisamos crer que Deus confirma Sua Palavra com sinais e maravilhas. Precisamos pedir a Deus que nos ensine a fazer Sua obra do jeito que Ele quer, e a estar prontos a fazer mudanças radicais, pois é assim que Ele age. Deste modo, Ele produzirá frutos, e toda a glória será Sua.

4. De povo inseguro e ferido a povo sarado por Jesus Cristo

A maioria de nós fomos traumatizados e feridos profundamente por outras pessoas. A palavra ‘salvação’ implica sermos sadios, libertos, completos. Jesus quer nos curar e nos libertar no corpo, alma e espírito, para que possamos viver uma vida de vitória total. Hoje, Ele está levantando um exército de pessoas com estas características, pessoas restauradas por Ele em cada aspecto, para que vivamos uma vida abundante que glorifica a Deus.

5. Deixemos de fazer o que o homem nos ordena, a aprendamos a ouvir a voz de Deus para fazer o que Ele quer que façamos.

Por muito tempo recebemos revelação e orientação de homens. Agora Deus quer que cresçamos e aprendamos a ouvir Sua voz (Jo 10.3-5), ter discernimento da verdade e ser orientados diretamente por Ele, e que o façamos em atitude de submissão aos irmãos.

6. De cultos e programas controlados pelo pastor a reuniões em que todos os crentes participam.

Estamos acostumados a ‘freqüentar uma igreja’ e a assistir um ‘culto’ liderado pelo clérigo, ministro ou pastor. Mas não é isso que vemos nas Escrituras. Durante 300 anos, os cristãos primitivos se reuniram em suas casas para viver a ‘koinonia’, a comunhão, compartilhando suas vidas uns com os outros (At 2:42-47). Reuniam-se para se edificarem mutuamente e compartilhar experiências (1 Co 14:26, Ef 4:15-16, Hb 10:23-25). O mover do Espírito de Deus, em expressão e poder sobrenaturais, era um aspecto importante das reuniões (1 Co 12-14). Hoje, temos um cristianismo de espectadores, onde poucos (o clero) representam e muitos assistem. Nossos cultos não passam de ‘produções’. Os cultos, o pastor, o edifício, o púlpito, o coral, a plataforma tornaram-se ídolos para nós. Arrependâmo-nos e voltemos à humildade, simplicidade, e participação mútua da igreja primitiva.
Podemos ver os indícios de que é chegada a hora para esta transição: em muitas igrejas, o povo de Deus, os chamados ‘leigos’  pessoas com experiência de anos de aprendizado na Palavra, com dons e ministérios outorgados por Deus  estão cansados de serem alimentados a mamadeira. Deus já os levou a um profundo entendimento de Sua Palavra e do que seja intercessão, estão agora ansiosos em participar. Mas, quando o Corpo de Cristo se reúne, pouca ou nenhuma oportunidade de participação é dada a eles.

7. Da liderança de um só homem à liderança de uma equipe de servos

Os cristãos primitivos trabalhavam em equipes: Jesus enviou os Doze e os Setenta em pares; Paulo sempre teve parceiros (Barnabé, Silas, Timóteo, Tito, Priscila e Áquila, etc.) que trabalhavam com ele. As igrejas eram dirigidas por um grupo de anciãos (At 14:23, 20:17-32, 1Tm 3:1-7, Tt 1:5-9, 1Pe 5:1-5). Mas nós ainda seguimos padrões de organização tirados do catolicismo romano, dos militares, de corporações, e desenvolvemos hierarquias religiosas onde pessoas são dirigidas por pessoas, contrariando o que está em Mateus 20:25-28, 23:8-12, e 1 Pedro 5:3. Na maioria desses sistemas religiosos, reina a liderança de um só homem – o pastor da igreja local, o presidente ou diretor da organização para-eclesiástica. Isto geralmente resulta em domínio, manipulação, direção autocrática, e fracasso pessoal.
Ao invés de, na condição de servos, capacitarmos pessoas para que elas preparem os crentes para que estes se realizem, criamos líderes carismáticos que nos proporcionam entretenimento, e usam o povo de Deus e as finanças para sua própria realização. Hoje, Deus está conclamando Sua Igreja a retornar aos padrões simples da igreja primitiva, segundo os quais os líderes devem andar em humildade (1Pe 5:5-6), trabalhar em equipe, ser submissos uns aos outros (Ef 5:21); devem comportar-se como servos (Mt 20:25-28)  treinadores preparando os crentes para o ministério (Ef 4:11-12).

8. De ênfase a reuniões para ênfase a relacionamentos.

O referencial geralmente usado para avaliar a dedicação dos crentes é sua freqüência às reuniões da igreja -- escola dominical, reunião de domingo à noite, reunião do meio da semana, etc. Deus não está preocupado com o número de reuniões de que participamos ou deixamos de participar. Ele está interessado em relacionamentos. Ele quer:

― que estejamos voltados a um relacionamento crescente com Ele;
― que nosso relacionamento com as pessoas seja sem pecado;
― que tenhamos relacionamento profundo, comprometido, crescente, sadio com os irmãos em pequenos grupos;
― que tenhamos relacionamento espontâneo, amoroso, com os não salvos, com o propósito de levá-las a Cristo.

É hora de deixarmos para trás as reuniões-entretenimento e começarmos a desenvolver relacionamentos. Tratemos de estar ‘sem ofensas para com Deus e os homens’ (At 24:16). Que nossa prioridade seja desfrutar de relacionamentos -- de um para com o outro e em pequenos grupos. Transformemos os ‘trabalhos’ da igreja em ocasiões para construirmos relacionamentos com Deus e uns com os outros. Deve haver uma provisão de tempo para compartilharmos e orarmos uns com os outros (Tg 5:16). Reuniões e programas passam – somente relacionamentos comprometidos, ordenados por Deus permanecem. Devemos priorizar os relacionamentos.

9. De reuniões na ‘igreja’ a reuniões nos lares.

Jesus nunca construiu edifícios, nem disse nada acerca de construção de edifícios a seus discípulos. Ele ensinou que a verdadeira adoração não tem nada a ver com o local (Jo 4:20-24), mas afirmou que Seu Reino está dentro de nós (Lc 17:21). Os cristãos primitivos se reuniam em seus lares (At 2:46, 5:42, 11:12-14, 12:12, 16: 40, Rm 16:5,16:2; 1Co 16:19, Cl 4:14, Fm 2). Os judeus cristãos de Jerusalém iam ao Templo mas não há uma menção sequer de que tivessem qualquer intenção de construir edifícios para a igreja. Por trezentos anos, a igreja cristã esteve centrada no lar: os justos se reuniam em seus lares para adorar (At 13:2), louvar a Deus (At 2:47), orar (At 12:5), ler as Escrituras (1 Tm 4:13), encorajar uns aos outros (Hb 10:24-25), cantar (Ef 5:19, Cl 3:16), ouvir os ensinos dos apóstolos (At 2:42), fazer refeições juntos (At 2:46), participar da ceia do Senhor (1Co 11:22), etc. À medida que o grupo tornava-se grande para uma casa, pode-se supor que se multiplicavam em dois grupos. Que modo simples e eficaz para a expansão! Livres de dispendiosos projetos de construção, de levantamento de fundos, ou de dependências para manutenção. Imaginemos o dinheiro economizado e usado no cumprimento da Grande Comissão e para ministrar ao necessitado!
Hoje, Deus está restaurando na sua igreja esses simples encontros no lar. Na União Soviética, China, e outros países fechados, as reuniões secretas das igrejas nas casas são o modo de vida da maioria dos cristãos. Em muitos casos, os convertidos são ganhos nos lares, através de evangelização de porta em porta, ou de grupo de estudo. Os novos crentes são então disciplinados em reuniões nas casas. Em poucos casos, acontece de construírem edifícios. Em cidades muito populosas, como Hong Kong e Singapura, há um grande número de igrejas nas casas.
Está havendo um despertamento no sentido de se reunir em igrejas nas casas. Até mesmo nas cidades americanas, uma das atividades cristãs mais populares é a reunião nas casas durante a semana e nos domingos. Deus está orientando sua igreja a voltar a se reunir nas casas, tendência esta que está se propagando pelo mundo. Em muitos países, pode-se ver o fechamento de edifícios de igreja devido a queda da isenção de impostos, crise de energia, revolução política, colapso econômico, guerra, perseguições. Creio que Jesus, quando voltar, vai encontrar Sua igreja reunindo-se basicamente nos lares

10. É hora de pararmos de olhar para nós mesmos e nos preocuparmos com o próximo.
É fácil nos preocuparmos com nós mesmos e nos esquecermos dos outros. Mas Jesus disse que devemos amar ao próximo como a nós mesmos (Mt 22:37-39), e que seremos julgados pelo que fazemos aos outros (Mt 25:31-46). A Bíblia nos exorta a não cuidarmos apenas de nossos interesses, mas do interesse do próximo (Fl 2:4). Freqüentemente, temos nos preocupado tanto com nós mesmos que nos tornamos um clube do ‘venha a nós’. Muitas vezes, a igreja tem se preocupado tanto com sua sobrevivência que se esquece das grandes necessidades do mundo e de cumprir a Grande Comissão de Cristo  tem estado na defensiva, funcionando como hospital, tratando dos desejos e necessidades dos crentes. É hora de passar à ofensiva, começar a agir como um exército, sair e evangelizar o mundo, derrotar o diabo arrebatando o mundo de suas garras e entregando-o a Jesus. Deus está à procura de soldados, e está novamente convocando Sua igreja para se envolver COM:

EVANGELIZAÇÃO, levando o Evangelho a todo o país, e trazendo multidões para Cristo.
MISSÕES, deixando seu país para alcançar os 12.000 povos ainda não evangelizados.
JUSTIÇA SOCIAL, fazendo com que os oprimidos da Terra  os refugiados, os sem teto, os pobres, as minorias, etc.  tenham oportunidade de viver vidas sadias e produtivas.
A SOCIEDADE, levando cada segmento  o lar, a escola, o governo, os bancos, o comércio e a indústria, a mídia, as artes, os esportes, etc.  a voltar-se aos fundamentos bíblicos e ao senhorio do Senhor Jesus Cristo vivo.

11. De grandes e dispendiosas campanhas de evangelização ao simples testemunho dos pequeninos, orientados pelo Espírito.

Quando falamos em evangelização mundial, geralmente pensamos em termos de projetos grandes e dispendiosos. Mas, cada vez mais, Deus tem enfatizado que o mundo será evangelizado pelo simples testemunho, guiado pelo Espírito, das pessoas comuns que amam Jesus de todo o seu coração, que O compartilham com atitude e palavra onde quer que vão.

12. Da sujeição da mulher à sua liberação como parceiras de igual nível no Reino de Deus.

Através dos séculos, a igreja tem limitado a mulher em seu papel no lar, na sociedade, e na igreja. Em grande parte, esse procedimento tem-se baseado em uma interpretação errônea de 1Co 14:34-35 e 1Tm 2:11-15. Mas, pelo estudo das Escrituras, a mulher está sendo liberta para ser dirigida pelo Espírito de Deus para não somente cuidar do lar (Tito 2:5), mas para ter envolvimento pleno na vida e ministério da igreja (At 2:17-18), e para perseguir e conseguir tudo que Deus tem em reserva para ela no mundo profissional. Quando Jesus voltar, Ele encontrará a mulher completamente liberada, ministrando sob a orientação e unção do Seu Espírito (At 2:17-18).

13. De desleixo e opacidade financeiros a integridade, responsabilidade e transparência financeira.

O corpo de Cristo e o mundo têm presenciado exemplos de mau gerenciamento, opacidade, e fraude financeiros. Há muitos outros exemplos de desleixo. Os cristãos, acima de todas as pessoas, devem ser exemplos de máxima integridade financeira. Coisas que nunca devem acontecer: O salário do pastor determinado por ele próprio, o desconhecimento por parte da congregação do montante das ofertas, a contabilidade por conta da esposa do pastor, etc. Deve haver total transparência das entradas e saídas. Salários e despesas de vulto devem ser determinados por um grupo indicado pela congregação.

14. De denominações à igreja na cidade.

Hoje em dia, existem mais de 20.000 denominações e não sei quantas organizações cristãs. No Novo Testamento, vemos que todos os crentes de uma dada cidade eram identificados como ‘a igreja naquela cidade’: ‘a igreja em Jerusalém’ (At 8:1), ‘a igreja em Éfeso’ (Ap 2:1), etc. Eram identificadas como uma igreja, mesmo reunindo-se em vários lares por toda a cidade.
Atualmente, Deus está restaurando este aspecto de sua igreja. Cada vez mais, os crentes estão se reconhecendo como a igreja em sua cidade. Em um crescente número de cidades, os líderes das congregações estão se reunindo regularmente para compartilhar, orar e funcionar como os anciãos da igreja em cada cidade. É uma prática que se afirma e se acelera. Assim, as diferenças denominacionais e organizacionais vão se tornando cada vez menos distintas, e todos passam a funcionar como o Corpo de Cristo, isto é, a igreja em determinada cidade. (Tudo isso diz respeito à unidade de crentes autênticos, de coração, e não à unidade organizacional de uma igreja apóstata).

15. De identificação em base organizacional a identificação no Reino de Deus.

Tradicionalmente, os grupos têm-se relacionado com base na semelhança de conexões organizacionais (batistas, metodistas, ABU, etc). Mas isso está mudando drasticamente. Deus está unindo pessoas de origens e afiliações as mais variadas para os Seus próprios propósitos. Precisamos estar abertos a essas conexões divinas, e permitir que esses relacionamentos se desenvolvam ao sabor do Espírito, permitindo que Deus nos use da maneira que Ele quer.

De “Odres Novos”